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1o9:
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há esse paradoxo dentro de mim, pois eu sinto muito, mas ao mesmo tempo parece que eu não sinto nada.
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De mulher não se tira a paz. Se tira a calcinha.
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Família também é poesia, sentar na mesa todo dia e falar da vida, não sendo a comida o prato principal, mas sim a família
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Querido eu,
me deixe em paz.
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Arte {II}
Há arte em cada pedaço do absurdo deste mundo que piso. Não é a natureza a mais pura expressão da estética perfeita que busca a neurose do artista? O caos cósmico é disfarce, olhe bem: em tudo descansa a mais bela simetria, imaculável harmonia. A ordem universal é implacável; em tudo reside a proporção áurea almejada por um bom pintor. Tudo é arte. Não são todas as vozes melodias únicas? Também as paisagens não são mais que quadros vivos. Toda matéria produzida pela humanidade emocionada das mãos dos homens carrega toneladas de inspiração; a menor das criações exige alguma emoção, um tanto de força, a graça de uma ideia. A tudo que toca, o homem deixa um tanto de si. Até mesmo para a vulgaridade um interruptor necessita-se de inspiração. E não é tudo isso também arte, expressão? Há nos menores detalhes uma nuance artística. E ousa dizer a voz de artista que sussurra dentro de mim: se tudo é arte, nada é — a generalização abole as nuances. Arte como ato parece não existir. Seria pura substância, essência, catastrófica deídade. Onipresente, onipotente. Não é coisa, não é fato; é espírito, inexplicável como deus.
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d(eu)sa
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